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Sono é Vida!

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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Ronco e apneia em adultos e crianças. Por que tratar?


    Quem acredita que roncar é apenas uma situação embaraçosa e incômoda se engana. O ronco é uma doença, que se não for tratada adequadamente pode evoluir, trazendo inúmeros riscos à saúde.

   O Ronco é a obstrução parcial das vias aéreas superiores, sendo que o seu som ocorre devido à passagem do ar com dificuldade, devido à parte posterior da língua (fundo) encostar no céu da boca (palato mole), dificultando a passagem do ar, o que provoca vibração e consequente ruído. Ele ocorre especialmente dormindo de costas.
  O ronco pode ser causa de vários fatores dentre eles: ganho de peso e obesidade; deposição de gordura na região cervical (pescoço); uso de álcool e diazepínicos (calmantes); alterações dos ossos da face e hipoplasia da mandíbula (retrognatia) adenóides e amígdalas grandes; desvio de septo; pólipos nasais; contato das paredes musculares da faringe, que têm diminuição do seu tônus induzido pelo repouso ou pelo decorrer dos anos; obstrução nasal, rinites, sinusites; aumento do volume de secreção e muco; entre outras.
   Mau aproveitamento escolar (redução no aprendizado e concentração), hiperatividade, retardo do crescimento, atraso no desenvolvimento, deformação craniofacial, mandíbula retruída (queixo para trás), mordida cruzada e estreitamento do céu da boca (atresia maxilar), crescimento e desenvolvimento inadequado do eixo corporal (ombros caídos para frente, pescoçoprojetado para frente, alteração  na coluna), comprometimento na deglutição, comprometimento na fala, problemas respiratórios (renite, sinusite, etc), disfunção endotelial precoce, aterosclerose e diabetes infantil.
   Estas são as principais complicações decorrentes do diagnóstico tardio do Ronco e da Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) em crianças e adolescentes. È importante que desde bebê, a respiração seja normal, ou seja, pelo nariz e de boca fechada.
   A passagem do ar pelo nariz, desde o primeiro momento, vai estimilar o crescimento correto do complexo crânio-facial e de todo corpo de maneira geral, durante a infância e adolescência, reduzindo muito a probabilidade da criança se tornar um adulto roncador e apnéico


segunda-feira, 24 de abril de 2017

Apneia do sono aumenta em três vezes risco de morte por câncer



Distúrbio também duplica chances de desenvolver tumores, diz estudo.





    Pesquisadores da University of Sydney Nursing School descobriram que pessoas com apneia obstrutiva do sono moderada ou grave podem ser 250% mais propensas a desenvolver câncer e com até 340% mais chances de morrer pela doença. Os resultados foram publicados em abril no Journal of Clinical Sleep Medicine.

    Os cientistas acreditam que isso acontece porque a apneia do sono priva alguns dos tecidos do corpo de receber oxigênio, o que poderia incentivar o crescimento de tumores. A apneia obstrutiva do sono é uma condição que faz com que a respiração seja interrompida durante o sono durante pelo menos 10 segundos por vez. Geralmente a apneia é acompanhada de roncos. 

    A equipe acompanhou 397 pessoas durante aproximadamente 20 anos a partir de 1990. Cada pessoa recebeu um teste de sono em casa para estabelecer ou não o diagnóstico de apneia obstrutiva do sono. Além disso, todos foram monitorados para desenvolvimento de câncer durante o estudo. 

     Analisando os resultados e levando em conta outros fatores de risco, os estudiosos descobriram que a apneia aumenta em duas vezes o risco de câncer e em mais de três vezes o risco de morte pela doença. Entretanto, ainda não é possível estabelecer uma relação de causa e efeito, sendo necessários estudos mais aprofundados. 

     Adote dez passos para prevenir vários tipos de câncer
Segundo o IBGE, o câncer é a segunda maior causa de mortes no Brasil - sendo responsável por 15,6% dos óbitos -, perdendo apenas para doenças cardiovasculares (como infarto e hipertensão). Isso se deve, principalmente, à maior exposição aos fatores de risco, como o cigarro, alimentação inadequada e o abuso do álcool. Em contrapartida, quem segue uma vida mais saudável consegue prevenir-se e diminuir os riscos de ter a doença. Para estimular a população na luta pelo controle e prevenção, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) lançou uma cartilha listando os dez passos que afastam a doença.

  Evite o consumo excessivo de açúcares, de gorduras, de carne vermelha, de porco e das processadas. Invista em uma dieta saudável, rica em verduras, legumes e frutas.

    O açúcar, explica o nutrólogo Roberto Navarro, não tem relação direta com os diversos tipos de câncer. No entanto, quando é consumido em excesso, faz o organismo liberar muita insulina para metaboliza-lo. "A insulina muito alta aumenta a produção de uma substância chamada citocina pró-inflamatória. Aqui, está a relação com o câncer. Quanto maior a quantidade dessa substância, maiores as chances de câncer."

     Já a carne vermelha, embora traga uma série de benefícios à saúde, não deve ser consumida com abusos. Segundo o nutrólogo, ainda não se sabe certamente quais elementos das carnes vermelhas (de boi e de porco) são cancerígenas. Porém supõe-se que se trata de uma substância chamada ácido aracdônico, presente na gordura dessas carnes. Ela seria responsável por estimular a produção das citocinas pró-inflamatórias.

     Em relação às frutas, legumes e verduras, elas são ricas em fibras, o que, segundo o oncologista Gilberto de Castro Jr., protege o intestino contra o câncer.



http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/17504-apneia-do-sono-aumenta-em-tres-vezes-risco-de-morte-por-cancer/2


quarta-feira, 19 de abril de 2017

Apneia do sono está ligada a várias doenças do coração



Se não tratada por um profissional, ela pode levar a morte súbita
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   A apneia do sono é um distúrbio do sono que está cada vez mais em pauta. Mesmo assim, ainda existem muitas dúvidas relacionadas a ela. Esse distúrbio obstrutivo das vias aéreas superioras (ou seja, entre a ponta do nariz e a traqueia, órgão que vem imediatamente antes dos brônquios e pulmões). Quando as pessoas acometidas dormem, a musculatura de parte desta região relaxa e dificulta a passagem do ar até os pulmões na inspiração, bem como a saída do ar. A representação disso nós conhecemos bem: o ronco!

   Pessoas com apneia do sono frequentemente se queixam de sono não reparador (sensação de noite mal dormida), dificuldade de concentração, e essa situação de estresse crônico pode se manifestar no corpo causando doenças graves, inclusive aquelas que atingem o sistema cardiovascular.

  Um bom exemplo é a hipertensão arterial, que pode ser causada e piorada pelo desenvolvimento de apneia do sono. Outro problema que está ligado a apneia do sono é a morte súbita cardíaca e não cardíaca. Já foi provado que a as chances de morte súbita são maiores em pacientes com apneia não tratada que em pacientes sem apneia ou em tratamento.

  Arritmias cardíacas, como fibrilação atrial, podem até mesmo desaparecer quando o paciente começa o tratamento da apneia. Do contrário, pacientes com apneia e fibrilação atrial precisam de mais remédios para controlar, tem menos sucesso nas ablações por cateter e são mais sintomáticos. Pacientes com fibrilação atrial que recebem choques para voltar ao ritmo normal têm menos sucesso e retornam ao ritmo irregular mais rápido.

   Algumas outras doenças estão ligadas à apneia de maneira ainda não muito clara. A obesidade, por exemplo, está relacionada à apneia, mas ainda não se sabe bem porque o excesso de peso pode ser causado ou agravado pela presença desse distúrbio do sono.

   Antigamente o único tratamento era traqueostomia, um procedimento cirúrgico no pescoço que estabelece um orifício artificial na traqueia. Mas hoje, várias modalidades de tratamento (como ventilação não invasiva e até cirurgias) estão disponíveis. Consulte seu otorrino e dentista em caso de suspeita de apneia. Por mais que pareça exagero, o ronco pode matar se não for tratado.



                       
              
Dr. Bruno Valdigem 
CARDIOLOGIA - CRM 118535/SP
ARTIGO DE ESPECIALISTA -



http://www.minhavida.com.br/saude/materias/13446-apneia-do-sono-esta-ligada-a-varias-doencas-do-coracao

Ronco: converse com o dentista para obter ajuda.



 Você ronca? Se sim, temos uma boa notícia. Seu dentista pode te ajudar a diminuir o seu ronco.

Por que a pessoa ronca?

  O ronco ocorre quando há obstrução da vias aérea durante o sono e ela pode ser causada pela língua ou partes moles na boca.

Se durante o sono você para de respirar por alguns momentos, você pode ter apneia. Quando um paciente tem apneia do sono obstrutiva, a respiração realmente cessa por momentos breves e esse processo pode resultar em efeitos danosos ao corpo, como aterosclerose e outros problemas cardiovasculares graves. A apneia do sono e a tendência de roncar à noite também podem ser a causa da sonolência diurna e da fadiga diária.

Como o dentista pode ajudá-lo?

Se você, ou o seu cônjuge, notar um desses problemas à noite, comunique o seu dentista.

Há vários exames que o dentista pode pedir, como por exemplo, a polissonografia onde se analisa os padrões de sono do paciente com monitoramento dos sinais vitais durante todo o curso de uma noite.


Outras recomendações são:

Perder peso. O peso excessivo pode causar obstruções nas vias aéreas.
Consumir pouca ou nenhuma bebida alcoólica à noite. O álcool pode alterar a qualidade do sono.
Reduzir ou eliminar o uso de sedativos. Converse com o médico sobre as alternativas.
Não dormir de costas. Tente a posição de lado com o apoio de um travesseiro.

Com a ajuda do dentista, você poderá chegar à raiz do problema de ronco e dormir de maneira mais saudável à noite.


http://www.minhavida.com.br/saude/materias/20549-ronco-converse-com-o-dentista-para-obter-ajuda



Artigo fornecido pela Colgate-Palmolive. Copyright 2017 Colgate-Palmolive.

Ronco e Apneia do sono – O que a odontologia pode fazer para ajudar você?





    A qualidade e a quantidade das horas dormidas tem efeitos sobre todas as atividades do indivíduo, podendo repercutir sobre a sua capacidade de aprendizado, capacidade de concentração, memória, humor e no tempo de reposta motora.
    Pessoas que não dormem bem apresentam redução da imunidade com maior propensão a infecções em geral, envelhecem mais rápido e tem dificuldades em manter-se no peso recomendado. Podem sofrer também de ansiedade, cefaleia matinal, irritabilidade, perda de atenção, impotência sexual entre outros sintomas.
   Dentre os transtornos associados ao sono, os mais frequentes são a insônia, a apneia do sono e o ronco.

  RONCO
    O ronco é uma doença, que se não for tratada adequadamente pode evoluir trazendo inúmeros riscos à saúde. O ronco é uma obstrução parcial das vias aéreas superiores que obriga à pessoa a respirar pela boca, produzindo um ruído causado pela dificuldade da passagem de ar.
     Uma em cada oito pessoas ronca, com uma maior porcentagem em indivíduos do sexo masculino, com idade mais avançada e/ou obesos. A consequência mais importante e séria do agravamento do ronco é a apneia obstrutiva do sono, que pode trazer inúmeros riscos e consequências à saúde.

APNEIA DO SONO
      A Apneia do Sono é uma alteração da respiração que ocorre durante o sono e que está associada a episódios repetidos de paradas na respiração (apneias). Episódios repetidos de apneia vão ocasionar alterações na oxigenação dos diversos órgãos além de má qualidade do sono.
     Calcula-se que 30% dos roncadores também sofram de apneia. A doença se manifesta quando há a obstrução total da passagem do ar provocando uma parada respiratória que dura em média de 10 a 30 segundos. Esta situação pode ocorrer diversas vezes durante a noite sendo acompanhada de micro despertares sem que a pessoa perceba.




 Existem vários modelos de aparelhos para ronco e apnéia.
Ronco e Apnéia


http://www.novelloodontologia.com.br/ronco-e-apneia-do-sono-o-que-a-odontologia-pode-fazer-para-ajudar-voce/

terça-feira, 11 de abril de 2017

Má qualidade do sono está relacionada com demência



Dormir duas horas a mais ou a menos favorece o declínio cognitivo, aponta estudo

  Quem tem sono de má qualidade pode ter problemas que vão muito além do que a sonolência e o mau humor do dia seguinte: um estudo feito por pesquisadores da Brigham and Women's Hospital in Boston (EUA) sugere que dormir tanto poucas horas quanto muitas está relacionado à deterioração mental e a doença de Alzheimer. O ideal seria dormir entre seis e oito horas diárias. Os resultados serão apresentados na reunião anual da Associação de Alzheimer, em Vancouver, Estados Unidos.

  A pesquisa examinou dados de mais de 15.000 mulheres com idades acima dos 14 anos e apontou que aquelas que dormiam menos de cinco horas ou mais de nove horas por dia tiveram um pior funcionamento mental do que as participantes que dormiram sete horas por dia. Dormir mais ou menos que o recomendado foi equivalente a dois anos a mais de envelhecimento cognitivo. O estudo também mostrou que mulheres que dormiam sete horas por dia no início, mas que depois mudaram o seu comportamento de sono, também apresentaram declínio cognitivo.

  De acordo com os pesquisadores, os resultados abrem caminho para estudar melhor como o sono interfere no desenvolvimento cognitivo, mas ainda não estabeleceram uma relação de causa e efeito. O estudo ainda precisa ser revisado para ser publicado em uma revista científica.

Durma melhor com essas nove dicas:

Quarto ideal para dormir
  Dormir bem melhora o humor, a memória, previne doenças e faz você viver mais. A ciência não para de comprovar os benefícios de uma noite bem dormida. Mas a falta de sono costuma ser um problema para muitos. Às vezes, basta alguma mudança simples nos hábitos antes de dormir, no travesseiro ou no colchão para resolver este drama. Confira as dicas abaixo.

Use sempre travesseiro
A melhor posição para dormir é de lado. Assim, a coluna fica longe das dores e os músculos também. A altura do travesseiro tem que ser igual à distância entre o pescoço e a parte externa do braço. Já para quem dorme com a barriga para cima, o melhor é levar para a cama um apoio mais baixo, preenchendo o espaço entre o pescoço e a nuca. O travesseiro deve ser trocado, no mínimo, a cada dois anos.

Evite se deitar de bruços
  A pessoa que dorme de barriga para baixo acorda cansada e toda dolorida, pois o rosto não pode ficar afundado no travesseiro. Além disso, as regiões torácica e a lombar são prejudicadas nessa postura.

Colchão sem pressão
  "O colchão ideal para um sono tranquilo não pode ser muito macio nem muito firme", ensina a diretora da Copespuma, Gisele Sapiro. Prefira os de látex, que se adaptam com perfeição aos contornos do corpo, aliviando os pontos de pressão.

Procure relaxar
  Não vá para a cama assim que chegar do trabalho. Primeiro tome um banho morno, procure relaxar, para só então ir se deitar.

Desligue a TV e o computador
  A luz desses aparelhos atrasa a produção das substâncias responsáveis pelo aviso de que é hora de dormir.

Exercícios físicos com atenção
  Você deve praticar atividades físicas somente até quatro horas antes de ir dormir, ou o corpo ainda estará agitado, prejudicando o sono.


http://www.minhavida.com.br/saude/noticias/15374-ma-qualidade-do-sono-esta-relacionada-com-demencia

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Dormir mal é um fator de risco para o diabetes





  Ter noites de sono mal dormidas pode aumentar as chances para desenvolver o Diabetes sugere um estudo Universidade de Chicago (EUA), publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. De acordo com o estudo, os resultados indicam que para manter-se longe da doença não basta apenas ter uma alimentação equilibrada e praticar exercícios físicos regularmente, pois dormir o suficiente também é necessário para cuidar da saúde.

 O estudo avaliou cinco homens e seis mulheres, com idade na faixa dos 40 anos. Os participantes estavam um pouco acima do peso, não se exercitavam muito e dormiam, em média, oito horas por dia.

  Durante dois ciclos de 14 dias, os voluntários permaneceram em um laboratório onde tiveram sua alimentação, sono e atividade cuidadosamente monitorados. Eles não foram impedidos de comer nenhum alimento, inclusive junk food, e nem foram obrigados a se exercitar. Na primeira fase do estudo, os voluntários poderiam dormir 8 horas e meia por dia. Enquanto, na segunda etapa dormiram apenas 5 horas e meia por dia.

 Os resultados apontaram que os voluntários ganharam quatro quilos independentemente da quantidade de horas dormidas. O diferencial foi a capacidade de controlar o nível de açúcar no sangue. Quando dormiam menos, as taxas de açúcar no sangue eram maiores e o nível do hormônio insulina era menor, fatores que colaboram para o risco do diabetes.

http://www.minhavida.com.br/alimentacao/noticias/5650-dormir-mal-e-um-fator-de-risco-para-o-diabetes
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