.

.

Sono é Vida!

Total de visualizações de página

terça-feira, 11 de julho de 2017

Narcolepsia

Narcolepsia 




   A saúde é um dos bens mais importantes do ser humano, além de ser sintoma de bem-estar e alegria.   É um tesouro que nem sempre é valorizado como se devia até o momento que surge alguma doença.
   Dentro dos mais variados tipos de doença que atinge a saúde do ser humano, hoje em especial vamos dar atenção à narcolepsia, distúrbio conhecido também como síndrome de Gelineau. Seu grau de incidência social é baixo, entretanto, trata-se de uma doença que interfere de forma negativa a rotina cotidiana do paciente, uma vez que o mesmo apresenta um desejo irremediável de dormir e descansar em vários momentos do dia. Portanto, trata-se de um distúrbio que afeta de forma direta o desempenho profissional do trabalhador, como também de suas relações pessoais.
    A narcolepsia é caracterizada pelos seus intensos momentos de sono. Um sono profundo que pode surgir a qualquer hora do dia e de forma inesperada (com o risco de acontecer inclusive quando se dirige um carro). Estas fases de sonolência podem acontecer mesmo que a pessoa tenha dormido perfeitamente durante a noite. É uma doença que gera grande sensação de insegurança, fazendo com que o paciente perca confiança em si mesmo e tenha sérios problemas de autoestima.
   Apenas um médico profissional pode diagnosticar a narcolepsia, entretanto, dada a complexidade desta doença nem sempre é fácil detectar esse problema de saúde. Para realizar o diagnóstico é necessário o teste de latência múltipla do sono (TLMS) que serve para verificar o grau de sonolência diurna após uma noite de sono do paciente. Além disso, as fases do sono desse distúrbio também são mal reguladas. Aproximadamente entre os 20 e 30 anos aparecem os primeiros sintomas da narcolepsia na vida das pessoas.
   Porém ainda há muito que ser investigado para conhecer as reais causas dessa doença. Entretanto, acredita-se que a principal causa da narcolepsia tem origem genética. Mesmo assim existem alguns fatores do estilo de vida que podem agravar a doença. Por exemplo, o estresse e a ansiedade são dois problemas que prejudicam a qualidade de vida de um paciente afetado pela narcolepsia.

 Artigo http://queconceito.com.br/narcolepsia



 Narcolepsia 


   Narcolepsia é uma condição neurológica caracterizada por episódios irresistíveis de sono e em geral é um distúrbio do sono. É um tipo de dissonia.

   A causa da narcolepsia é o déficit do neurotransmissor denominado orexina no hipotálamo. O déficit deste neurotransmissor estimulante leva à sonolência excessiva. A orexina é também denominada de hipocretina.
   Sua prevalência é em torno de 0.02-0.18% na população em geral considerando E.U.A, Europa e Japão, no Brasil ainda não há um estudo de prevalência da Narcolepsia. Esta prevalência equivale a 1 caso da doença em cada 2000 pessoas.

   O sintoma mais expressivo é a "preguiça" e sonolência diurna excessiva, que deixa o paciente em perigo durante a realização de tarefas comuns, como conduzir, operar certos tipos de máquinas e outras ações que exigem concentração. Isso faz com que a pessoa passe a apresentar dificuldades no trabalho, na escola e, até mesmo, em casa.

   Na maioria dos casos, o problema é seguido de incompreensão familiar, de amigos e patrões. A sonolência, geralmente, é confundida com uma situação normal, o que leva a uma dificuldade de diagnóstico. É comum portadores de narcolepsia passarem a vida inteira sem se darem conta que o seu quadro é motivado por uma doença, sendo tachados por todo esse tempo de preguiçosos e dorminhocos. No entanto, se o narcoléptico procurar ajuda especializada, vai descobrir que é vítima de um mal crônico, cujo tratamento é feito por meio de estimulantes e que se pode prolongar por toda a vida.

   As manifestações da narcolepsia, principiando pela sonolência diurna excessiva, começam geralmente na adolescência, quando piora, leva à procura médica à medida que os sintomas se agravam. A narcolepsia é um dos distúrbios do sono que pode trazer consequências individuais, sociais e econômicas graves.

Sintomas da narcolepsia

• Sonolência excessiva durante o dia - desejo incontrolável de dormir durante o dia, mesmo depois de ter dormido bastante na noite anterior.
• Cataplexia - ataque repentino e geralmente breve de fraqueza muscular relacionado a uma reação emocional forte (medo, raiva, alegria).
• Paralisia hipnagógica do sono - episódios breves de paralisia que acontecem quando a pessoa está pegando no sono.
• Paralisia hipnopômpica do sono - episódios breves de paralisia que acontecem quando a pessoa está acordando.
• Alucinações hipnagógicas - alucinações intensas, geralmente visuais ou auditivas, que acontecem no princípio do sono (algumas vezes entre pegar no sono e entrar no estado de sono profundo).
• Alucinações hipnopômpicas - alucinações intensas, geralmente visuais ou auditivas, que acontecem quando a pessoa está acordando.

                                                               Tratamento

    O tratamento da narcolepsia é feito com medicamentos estimulantes (simpaticomiméticos) para manter os narcolépticos acordados, incluindo a anfetamina e seus derivados como o metilfenidato.
   A modafinila também vem sendo utlizada com boa eficácia com esta finalidade, sendo recentemente liberada a sua comercialização no Brasil.
    Os antidepressivos como imipramina ou fluoxetina são prescritos para controlar a cataplexia, a paralisia do sono e as alucinações.
   Fazer exercícios regulares (pelo menos três horas antes da hora de dormir), evitar ou reduzir o consumo de cafeína durante a tarde e à noite, tirar cochilos planejados e comer refeições leves durante o dia podem aliviar a sonolência durante o dia e o sono agitado à noite.
Por ser uma doença de longa duração, o tratamento inclui também a orientação dos pacientes e familiares, orientação para a escolha de profissões compatíveis com o problema, além de medidas para prevenção de acidentes graves devido a sonolência excessiva e ataques de sono.

Pesquisas google

PS.Colabore com nosso Blogs clicando em nossos anuncios.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Obesidade pode acarretar distúrbios do sono










  O encurtamento do tempo de dormir tornou-se um hábito comum na sociedade atual e, curiosamente, em todos os países a obesidade tem se tornado uma verdadeira epidemia, sugerindo uma associação entre ambos.
   Hoje em dia sabe-se que distúrbios do sono têm o poder de influenciar o equilíbrio nutricional e metabólico do corpo, e vários estudos têm mostrado que sua restrição tem relação com maior prevalência de obesidade, dislipidemias e diabetes.
   A privação de sono costuma provocar uma alteração do padrão hormonal que controla fome e saciedade, ocasionando um desequilíbrio dos mesmos, com aumento do apetite para alimentos com alta quantidade de carboidratos.
   Outras evidências mostram que a privação de sono pode aumentar não só o apetite como também a preferência por alimentos mais calóricos e ricos em lipídeos. Do ponto de vista hormonal, existe uma substância chamada grelina relacionada à fome e outra substância denominada leptina relacionada à sensação de saciedade.
  Na privação de sono, ocorre um desequilíbrio entre as duas, promovendo aumento do apetite e ingestão de alimentos com alto teor calórico.
  Geralmente o excesso de peso provoca acúmulo de gordura na região cervical, ocasionando um estreitamento das vias aéreas e, desta forma, aumentando o risco de ronco e apneia.
   Algumas medidas, como o IMC (índice de massa corporal) e a medida de circunferência do pescoço podem ajudar a predizer esses riscos. Assim, torna-se frequente entre obesos a Síndrome da Apneia-Hipopnéia Obstrutiva do Sono (SAOS), e pacientes com obesidade mórbida podem ainda apresentar a Síndrome de Obesidade-Hipoventilação (Síndrome de Pickwick).
   Neste caso, o excesso de gordura interfere na movimentação da musculatura respiratória no tórax e abdômen, consequentemente, o tórax expande menos e há uma retenção de gás carbônico no corpo, ocasionando diversas alterações, entre elas uma sonolência excessiva durante o dia.
   O diagnóstico é feito levando-se em consideração o quadro clínico do paciente, e muitas vezes as queixas do cônjuge.
   O melhor exame para diagnóstico de ambas as condições é a polissonografia, que permite avaliação das variáveis respiratórias e estagiamento do sono, além da medida da saturação de oxigênio no sangue.
   O tratamento da apneia (SAOS) é feito através de aparelhos que promovem uma desobstrução da via aérea. Geralmente tratando o distúrbio do sono o paciente já passa a dormir melhor, pois há uma melhora acentuada dos sintomas, principalmente da sonolência diurna, e quem dorme bem tem um melhor controle da ingestão alimentar e melhor metabolismo e, consequentemente, perde peso mais facilmente.

Por Dr. Braulio Brayner, médico especialista em neurologia e medicina do sono da Polisono.
http://www.polisono.com.br/dicas-curiosidades-sono/obesidade-disturbio-sono.asp

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Diga NÃO ao RONCO!


A Odontologia do Sono trata dos Distúrbios Respiratórios do Sono e melhora a respiração.


Raio X - Telerradiografia de perfil para análise das vias aéreas superiores.

De acordo com o último levantamento epidemiológico realizado no Brasil, cerca de 33% da população sofre com os distúrbios do sono. A maioria dos casos permanece sem diagnóstico e, portanto, sem tratamento adequado o que contribui para o aumento alarmante de outras doenças crônicas como o diabetes tipo 2, a hipertensão arterial, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC) e acidentes de trânsito causados por condutores sonolentos. O impacto econômico da apneia não tratada envolve bilhões de dólares por ano.

Os dentistas especializados em Sono desenvolvem um trabalho vital para conscientizar a população sobre a importância do sono reparador para a qualidade de vida e também para não negligenciar o ronco. Por meio de orientações para modificar hábitos relativos ao sono associado ao tratamento com aparelhos bucais de avanço mandibular os dentistas controlam a doença que já adquiriu status de problema de saúde pública no país.

A American Academy of Sleep Medicine, principal entidade mundial em Sono, recomenda os aparelhos bucais como terapia de escolha para o tratamento do bruxismo, do ronco primário, apneia leve e moderada e também para indivíduos com apneia grave que não se adaptaram ao CPAP.

O que é Apneia do Sono?

A apneia do sono é o estágio mais avançado em relação ao ronco em que a passagem do ar na garganta está totalmente obstruída e, portanto, há interrupção da respiração. Cada episódio de apneia tem duração mínima de 10 segundos e de acordo com a gravidade pode chegar a 1 minuto e meio e ocorrer diversas vezes ao longo da noite. Esses episódios são capazes de fragmentar o sono e diminuir a oxigenação sanguínea dos tecidos do corpo provocando ou agravando diversos males à saúde. Quando não tratada esses problemas podem acarretar aumento da pressão arterial, arritmias, infarto e derrame. Indivíduos com distúrbios respiratórios do sono além de terem a qualidade de vida seriamente comprometida, têm 3 vezes mais chances de enfartarem e aumentam em 7 vezes o risco de se envolverem em acidentes graves de trânsito e de trabalho do que as pessoas sem esses problemas.

Como o aparelho bucal pode tratar os distúrbios do sono e melhorar a respiração?

O ronco e a apneia do sono podem ser tratados com Dentista Especialista em Sono. O tratamento com Aparelho Bucal (AB) se caracteriza por ser um método não-invasivo cujo objetivo é promover um leve avanço da mandíbula para ampliar a passagem de ar na garganta e desta forma melhorar a respiração e evitar os ruídos indesejados durante a noite e principalmente os episódios de interrupção da respiração enquanto a pessoa dorme.  >>>>> Veja como funciona.

Embora NÃO EXISTA CURA DEFINITIVA para o ronco e apneia do sono, o aparelho bucal de avanço mandibular é capaz de evitar o colapso da garganta por manter as vias respiratórias livres durante o sono, ou seja, o aparelho provoca uma modificação temporária (durante o sono) na anatomia da região da garganta e desta forma consegue evitar os roncos e controlar as apneias com sucesso e, por consequência, melhorar a qualidade de vida.

• Assista aos vídeos explicativos no canal do Dr. Fausto ITO no YouTube:

http://www.youtube.com/watch?v=efsf50gb2W0


http://roncoeapneiadosono.blogspot.com.br/search?updated-max=2012-03-04T23:09:00-03:00&max-results=7

domingo, 4 de junho de 2017

Insônia infantil





A partir dos 5 anos, a insônia atinge cerca de 14% das crianças não importando o sexo. O problema se caracteriza pela dificuldade da criança adormecer sozinha ou conseguir voltar a dormir uma vez que tenha acordado. Soma-se a isto os despertares noturnos com visita à cama dos pais com a exigência de dormir com eles. Geralmente as crianças se queixam de medos noturnos como sombras, fantasmas e monstros, mas na realidade trata-se de uma insegurança com relação aos seus hábitos de sono.

   O padrão de sono das crianças costuma ser bastante variável. À medida que ela cresce esse padrão se modifica e se torna cada vez mais parecido com o dos adultos. Para crianças, dormir cerca de 10 horas por noite é diretamente favorável para o desenvolvimento físico e mental e para a manutenção da saúde. A duração e a qualidade do sono sofrem influência do ambiente e, principalmente, do estilo de vida da família. Orientações por meio de Higiene do Sono com acompanhamento profissional e conscientização dos pais tornam-se fundamentais para corrigir hábitos inadequados com relação ao sono, à alimentação, ao estresse e a ausência dos próprios pais devido às jornadas de trabalho.

Muitas consequências podem ocorrer como:

   As noites mal dormidas ocasionadas pela insônia contribuem para o rompimento do ritmo biológico e pode trazer sérias consequências para as crianças e os adolescentes como ganho acentuado de peso, alterações de humor e comportamento, indisposição para a prática de esportes, queda do nível de atenção e concentração, dificuldade na habilidade de aprender além da sonolência excessiva durante o dia que pode ser confundida com preguiça.

  As situações de estresse familiar e sobrecarga devido às atividades extra-curriculares tem total impacto nas condições de sono das crianças podendo ocasionar Bruxismo (ranger dos dentes) e insônia. Entre outras causas, estão a permissividade dos pais e as horas gastas em frente a TV e o computador. Existem evidências de que perder o sono durante a infância pode levar à hiperatividade e a falta de atenção, sintomas do TDAH (transtorno do déficit de atenção com hiperatividade). A situação é pior entre os que têm aparelho de TV ou computador no quarto. (...)



* Por Fausto Ito e Andreia Calçada.

http://roncoeapneiadosono.blogspot.com.br/2012/03/insonia-infantil.html

Referência: Revista Psique, Março/2012. Ano VI, n. 75, p. 20-21.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...